À Regilaine, com saudades...
À Regilaine, com saudades... "Foi maltratado e resignou-se; não abriu a boca, como um cordeiro que se conduz ao matadouro, e uma ovelha muda nas mãos do tosquiador. (Ele não abriu a boca.) Por um iníquo julgamento foi arrebatado. Quem pensou em defender sua causa, quando foi suprimido da terra dos vivos, morto pelo pecado de meu povo?" Isaías 53, 7-8 Somos Cristos nesta terra de peregrinos. Isso bem sei, quando você partiu. Pois carregava em ti, a Luz do alto, o sorriso das estrelas. Resisti, confesso, a escrever-te. E seis meses se passaram. E essa parte ainda está sendo escrita. Quanta história, quantas festas, quantas danças, quantos amigos, quantos bons momentos. Quantas confissões, quantas tristezas, quantas humilhações. Rimos, sofremos, resistimos, mais que primos, filhos da mesma madrinha. Filhos de Deus, os joelhos dobrados da fé na família. Seus sentimentos incomodavam alguns, bem sei. Sua pele, seu cabelo, muitas v...