Expatrie!
Que jeito! Que pátria! Como caminhar? Vamos seguir, avante, em frente! Ó Pátria Amada! Como podem honrar os filhos teus? Os que te buscam, acham. Os que a ti querem pertencer: Novo Mundo! Quem de ti brota o que é e há de ter? O que aqui é bem-vindo a quem buscará ser? É brasileiro... Não o é? E quem é? Aquele que nasce aqui? O que vem de fora? O que manda de fora? Ou o que sobrevive? Conheci um dado intelectual, referência mundial em XXG da soberba. Gente fina, à primeira vista. Cortês. Elegante. Sempre com falas de verdade. Falas críticas. Ácidas! Fala de alguém com território marcado desde que nasceu. Filho de boa família, excelente família, filho de patrõe$? NÃO! Filho de sangue azul miscigenado de requintes europeus. Este é o ser a quem não consigo parar de pensar nesta semana, pois tenho vergonha de partilhar minha nacionalidade com ele. Tive a oportunidade de respondê-lo, retrucá-lo quando me dissera: Se o Brasil continuar desse jeito saio daqui e vou morar em outro país ...